Celular ganha espaço entre crianças

4 04 2008

bar-estacao-final-070.jpgbar-estacao-final-067.jpgDébora com o vendedor André

Beth Galindo
Natacha Dominato
Valmira Moreira

Com objetivo de facilitar a comunicação, o celular ganha espaço em uma área que antes era dominada por bonecas e carrinhos. O aparelho é visto como objeto de desejo entre as crianças, que julgam ser fundamental ter um. “Estou no meu segundo celular, mas ganhei o meu primeiro com sete anos. Troquei por outro porque os novos têm mais recursos”, diz Paulo Henrique Sholl da Silva, oito anos.

Considerado um público exigente e ‘antenado’, as crianças buscam o que há de novidade no mercado. “Muitas vezes eles nem sabem para que servem determinados recursos, no entanto, querem o que há de melhor e diferente. Já os pais buscam preços e facilidades nos planos”, revela o vendedor André Luis Pereira.

Os pais dizem que com o celular houve uma mudança no comportamento das crianças. “Com o celular minha filha ficou mais independente e ao mesmo tempo ficou fácil de saber onde ela está e com quem”, comenta Amélia Tonimoto mãe da Débora Tonimoto.





Carro adaptado em Prudente é patenteado no Senai SP

27 03 2008

Carro adaptado para deficientes no Senai de Prudente

Cristiani Mariano
Eliane Borges

Um invenção de mecânicos do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) de Presidente Prudente foi escolhida entre 220 projetos para ser patenteada. Adaptada ao carro, a invenção para deficientes físicos, desloca o banco do motorista para o lado do passageiro, onde não há banco. A idéia surgiu devido a dificuldade de um ex-funcionário da escola, que sempre dependia de alguém para se locomover no automóvel.   

Agora, o projeto, que faz parte do Programa Mega Acessibilidade, participará do Programa Senai de Ações Inclusivas em Blumenau, Santa Catarina. A exposição está prevista para o mês de julho.  

“Já existem carros adaptados para que o deficiente físico possa dirigir, porém ainda existem barreiras para que ele entre e saia do veículo sem a ajuda de alguém”, diz o engenheiro mecânico e professor do Senai, Sinésio Silgueiro. “Tentamos solucionar esse problema permitindo que essa parcela da população tenha maior independência”.  

O equipamento ainda não é comercializado, porém seu custo deve ficar na faixa de mil reais.





Máquinas digitais têm vendas aquecidas

11 03 2008
Máquinas digitais são eletrônicos mais vendidos

Dalton Mello
Mônica Duran

A diferença entre máquinas fotográficas analógicas e digitais é indiscutível. Comercialmente, a digital é um estouro de vendas atualmente. Nunca as vendas de máquinas digitais foram tão altas como estão agora e a tendência, segundo especialistas no setor, é que daqui a alguns anos desapareçam as analógicas.

O gerente comercial de uma loja de produtos fotográficos da cidade de Prudente, Clóvis Antonio Arias Caldeira, diz que as vendas no mês de dezembro das máquinas digitais é de 95% contra 5% para analógicas. “O parcelamento do pagamento em prestações facilitou para que as pessoas adquirissem as digitais,” ressalta.

Quem tinha máquinas caseiras pode ter mais qualidade em fotografia pelo mesmo custo da revelação analógica. A vantagem é que é possível revelar apenas  as melhores fotos.