Remédios ficam mais caro em todo país

4 04 2008

Novos preços a partir do meio de abril

Dalton Mello
Mônica Duran

Os brasileiros ainda podem comprar remédios mais baratos. O reajuste do preço de medicamentos foi adiado e só deve acontecer entre os dias 10 e 15 deste mês, segundo a assessoria de Imprensa da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A alta será em média de 3,18% e foi definida conforme o nível de competição no mercado, de acordo com o grau de participação dos genéricos nas vendas.

Segundo a coordenadora do Conselho Regional de Farmácia de Presidente Prudente, Cecília Leico Shimoda, a alta nos preços irá atingir principalmente os antiinflamatórios, anticoncepcionais, analgésicos, remédios para diabetes e hipertensão. Shimoda ressalta também, que os consumidores podem buscar outras opções, como as Farmácias Populares ou as Unidades Básicas de Saúde.

Os fabricantes deverão respeitar os reajustes de preços para os três níveis diferentes de medicamentos – de 4,61%, 3,56% e 2,52%. No nível um, estão os remédios em que os genéricos representam 20% ou mais no mercado, como os antibióticos. Já o nível dois, representa os medicamentos que participaram de 15% a 20%, como por exemplo, os colírios e injetáveis. No terceiro nível ficam os remédios que os genéricos representam abaixo de 15%.





Patrimônios não tombados podem apagar história de Prudente

25 03 2008

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Regiane Moreira Bonfim
Wesley Souza Mendonça


Idosos, adultos, jovens e crianças, pessoas de todas as idades levam na memória lembranças de fatos, lugares, pessoas. Cenários que guardam a história de um povo e representam uma comunidade, são os patrimônios naturais. As Cataratas do Iguaçu, a Mata Atlântica são exemplos de patrimônios naturais nacionais e mundiais. Em Presidente Prudente, também há muitos patrimônios naturais, porém poucos foram tombados e quase nenhum é preservado. Risco não só ambiental, mas também para a memória dos prudentinos que podem perder a identidade e o verde da cidade. O poder público, que possui o decreto para o tombamento de um patrimônio natural, só o faz quando de alguma forma é necessário.

A história de Prudente é contada por cada nascente de rio, cada árvore, presente nos 90 anos da cidade. Segundo levantamento da ONG “Tudo Verde”, muito já existia quando os tropeiros chegaram à cidade. As árvores indicavam o caminho para aqueles que vinham do Mato Grosso do Sul e vendiam suas mudas em Sorocaba. As plantas eram  colocadas nas margens dos cursos de água.

A maioria delas Figueiras, que hoje podem ser encontradas no Parque do Povo, ponto de lazer do município. Outra árvore encontrada por aqui é a Pau D’alho, muito curiosa, por sinal. Quando chove, essa planta exala cheiro de alho. Reza a lenda que onde ela nasce é lugar de terra boa e fértil. Tão famosa em Prudente, que no final dos anos 70, o então prefeito Paulo Constantino decretou que seria símbolo da cidade. Rara e exótica é a Paineira Vermelha, pois floresce no inverno, ela com beleza e formosura retrata um pouco da vida prudentina, esta espécie fica na rotatória do museu.





Prudente tem média de 0,65 carros por habitante

20 03 2008

Horários de pico de trânsito congestionado no centro

Natacha Dominato

Bete Galindo

Valmira Moreira

O número de veículos de passeio de Presidente Prudente teve aumento significativo nos últimos cinco anos, conforme dados da Semav (Secretária Municipal de Assuntos Viários). Atualmente, mais da metade da população possui um automóvel (0,65 carro por habitante), ou seja, existem 144.047 carros para os 221 mil habitantes da cidade.

De acordo com o diretor do departamento de assuntos viários, Davi Ramos, esse número é alarmante. Preocupados com isso, várias medidas tem sido tomadas para a melhorar o tráfego em Prudente.

“Estão sendo construídas rotatórias em pontos estratégicos, implantação de semáforos em locais onde há congestionamento, alargamento do corredor central de vias principais, contagem do número de veículos para a readequação do tempo em semáforos e interligação de bairros com avenidas”, explica Ramos.





Vila Geni: moradores reclamam de buracos e entulhos

11 03 2008

Entulho atrapalha moradores da Vila Geni

Cristiani Mariano
Eliane Borges

Ruas esburacadas, semi-asfaltadas e com entulhos. Esses são alguns dos problemas enfrentados pelos moradores das ruas Peru, Bolívia e dos Paulistas, no bairro Vila Geni, em Presidente Prudente. Nas imediações do número 1370, o asfalto, que segundo moradores, tem mais de 20 anos, está cheio de buracos. Para driblar o problema, os motoristas se arriscam a trafegar um trecho na contramão.

Dona Expedita Soares de Lima, moradora da rua dos Paulistas há 40 anos, reclama: “Essa rua está precisando de um reparo há muito tempo, isso porque é uma rua muito movimentada. As crianças nem podem brincar nela”, comenta.

Na rua Bolívia a queixa é sobre o asfalto inacabado. Na outra quadra, a rua Peru sofre um sério problema ambiental. Além de estar semi-asfaltada, ela fica próxima ao Córrego Colônia Mineira, que ainda não foi canalizado. A calçada e metade da pista estão tomadas por um monte de entulhos, colocando em risco o meio ambiente e a vida de motoristas. “Em épocas de eleição alguns candidatos estiveram por aqui prometendo terminar de asfaltar as ruas e também recapear trechos asfaltados”, disse dona Expedita. Segundo o assessor de imprensa da Prefeitura, Marcos Tadeu Cavalcante, as providências já estão sendo tomadas, e dentro de 20 dias as ruas já estarão recapeadas.A assessoria de imprensa não se manifestou sobre os problemas com os entulhos.