Beth Galindo
Natacha Dominato
Valmira Moreira
Com objetivo de facilitar a comunicação, o celular ganha espaço em uma área que antes era dominada por bonecas e carrinhos. O aparelho é visto como objeto de desejo entre as crianças, que julgam ser fundamental ter um. “Estou no meu segundo celular, mas ganhei o meu primeiro com sete anos. Troquei por outro porque os novos têm mais recursos”, diz Paulo Henrique Sholl da Silva, oito anos.
Considerado um público exigente e ‘antenado’, as crianças buscam o que há de novidade no mercado. “Muitas vezes eles nem sabem para que servem determinados recursos, no entanto, querem o que há de melhor e diferente. Já os pais buscam preços e facilidades nos planos”, revela o vendedor André Luis Pereira.
Os pais dizem que com o celular houve uma mudança no comportamento das crianças. “Com o celular minha filha ficou mais independente e ao mesmo tempo ficou fácil de saber onde ela está e com quem”, comenta Amélia Tonimoto mãe da Débora Tonimoto.